Edição 2011



Em 2011 o Cara e Cultura Negra desenvolveu ações durante todo o ano. Toda a programação teve acesso livre e o projeto atingiu as seguintes marcas:

Novembro

Exposição Educacional ‘Nos Caminhos de Zumbi’  - 5º ano.

Ao todo 1O bandas de Brasília e do Rio de Janeiro apresentaram-se em novembro, no dia 20, dentre elas:

XAXARÁ DE PRATA
NANà MATOS
ASSÉ DUDU
SEU PRETO
MARAFREBOI
ATITUDE  FEMININA
PATUBATÊ
DHI RIBEIRO
RENATA JAMBEIRO
RITA RIBEIRO

Em suma ::

O Cara e Cultura 2011 ofereceu 30 dias de exposição Educacional ‘Nos Caminhos de Zumbi’, realizada em três estações do METRÔ, local por onde circulam 70 mil pessoas/dia. Cerca de mil alunos visitaram a exposição por meio de visitas guiadas,  lavagem do busto do Zumbi e apresentações de capoeira e danças afro brasileiras. shows musicais, Exposições Fotográficas,  exposições de artes Gráficas, oficina temática afro tradicional com Nanan Matos .

Edição 2010

Em 2010 o Cara e Cultura Negra desenvolveu ações durante todo o ano. Toda a programação teve acesso livre e o projeto atingiu as seguintes marcas:

Novembro

Exposição ‘Nos Caminhos de Zumbi’ - Brasília e sete cidades satélites receberam a exposição como parte da programação anual do projeto Cara e Cultura Negra. A exposição que mostrou a história da África e toda a diversidade da cultura afro brasileira permaneceu por cerca de 10 dias em cada cidade. O festival contou com a parceria da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sindicato dos Professores do DF. Foram mais de 10 mil alunos beneficiados e aproximadamente 2 mil professores capacitados.

Ao todo 17 bandas de Brasília apresentaram-se em novembro, no dia 20 e em dezembro, nos dias 18 e 19.

BATUKENJÉ

ATITUDE  FEMININA

ELLEN OLERIA

DHI RIBEIRO

em suma ::

O Cara e Cultura 2010 ofereceu 30 dias de exposição Educacional ‘Nos Caminhos de Zumbi’, realizada em três estações do METRÔ, local por onde circulam 70 mil pessoas/dia. 1 mil alunos visitaram a exposição por meio de visitas guiadas,  lavagem do busto do Zumbi e apresentações de capoeira e danças afro brasileiras. shows musicais, Exposições Fotográfica,  exposições de artes Gráficas e apresentação de dança com o professor Julio Cesar.

Edição 2008

Dia 5 de novembro o Teatro Nacional de Brasília abriu as suas portas para convidados. Foi a abertura do 4º Festival CARA E CULTURA NEGRA. Entre estudantes da rede pública do Distrito Federal, autoridades, Corpo Diplomático, produtores e amantes da cultura estiveram presentes nos diversos momentos dessa programação aproximadamente 2 000 pessoas, que prestigiaram o desfile de modas – KANIMANDO -, assistiram aos vídeos educativos, à exposição internacional de Fotografia, ouviram os pronunciamentos oficiais e, por último, na Sala Villa-Lobos, encantaram-se com o Balé Folclórico da Bahia.

Kanimando

Em busca das raízes culturais a Beleza ao alcance de todos. Durante um semestre alunos da Faculdade de Moda AD1, sob a coordenação do professor Walter , pesquisaram a influencia africana na nossa moda, no nosso modo de vestir, de se pentear. O resultado todos puderam ver. 15 modelos da agência SCOULTING desfilaram as cores, as texturas, a beleza com fortes influências do continente africano e todo um jeito brasileiro.

Vídeos Educativos;

Mostra Internacional de Fotografia - Seis fotógrafos, dois americanos, dois holandeses,um suíço e uma brasileira compareceram ao evento.

Abertura Oficial;

Balé Folclórico da Bahia;

O 4º FESTIVAL Cara e Cultura Negra, realizado no período de 05 a 20 de novembro, no TEATRO NACIONAL CLAUDIO SANTORO e na Praça Zumbi dos Palmares, presenteou Brasília com uma grande mostra temática onde foram apresentadas ao público algumas das principais marcas culturais afro-brasileiras e toda a sua importância na construção da nação Brasil, bem como promoveu importantes momentos de celebração e reflexões acerca da realidade vivenciada por milhões de afrodescendentes e sobre políticas publicas de promoção e igualdade racial. A apresentação dessas marcas identitárias deu-se por meio das seguintes ações:

EDUCAÇÃO GASTRONOMIA FOTOGRA FIAMUSICA DANÇA

1. Mostra Educacional

Dividida em 21 ESPAÇOS - salas temáticas - com aproximadamente 200 painéis ilustrativos (100x200cm) que apresentaram desde a história do continente Africano, dos seus 53 países, até os dias atuais, passando pelos momentos mais importantes da nossa história, dos personagens que a construíram, até os dias atuais.

Apresentou as políticas públicas, o centenário de Solano Trindade (Ver CD), e desenvolveu os seguintes painéis | temas:

1)AFRICA VENTRE FÉRTIL DO MUNDO

A história do continente africano, sua cultura, sua musica e apresentação dos 54 países.

2)Povos africanos que formaram a cultura do Brasil
3)Contribuição da raça negra para a formação da
nação Brasil.
4)Contribuição na Dança;
5)Contribuição nas Artes;
6)Contribuição na Língua Portuguesa;
7)Contribuição na Moda;
8)Contribuição na Culinária;
9)Contribuição nos Esportes;
10)Contribuição para o conhecimento científico e
tecnológico universal;
11)Negros de Expressão
12)Religião
13)Mercado de Trabalho
14)Políticas Publicas
15)Conhecimentos Gerais
16)Mulheres Negras do Brasil
17)Arquitetura
18)Solano Trindade – O poeta do Povo
19)120 anos de uma abolição inconclusa
20)Diáspora Africana – Travessias Femininas
21)SOLANO TRINDADE - Centenário

Todos aqueles que foram ao Foyer da Sala Villa - Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro,
puderam apreciar a obra de Solano Trindade no centenário do seu nascimento.

As situações presentes no cotidiano de milhares de brasileiros até hoje, tornam os textos do “Poeta do Povo” incontestavelmente atuais e fazem do centenário deste artista mais que uma data comemorativa.

Divulgar a obra de nossos poetas é também um dos objetivos do projeto CARA E CULTURA NEGRA que tem uma bela oportunidade para exercer essa sua função primordial.

b)Visitas Guiadas

c)Apresentação de Vídeos Educacionais – 11 vídeos educacionais.

"A exposição Diáspora: movimentos, adaptações e transformações produzida para o 20 de novembro, dia da consciência negra, dia em que afirmamos a nossa história de luta e resistência simbolizada pela figura de Zumbi, foi de grande importância para as várias turmas de alunos que visitaram a exposição, assim como para os vários visitantes que puderam conhecer mais sobre culturas apagadas da história pelo eurocentrismo dominador que se impõe a mais de cinco séculos.

A parceria do Cara e Cultura Negra com o SINPRO (Sindicado dos professores) foi uma iniciativa
essencial para se cumprir a lei 10.639. A primeira parte da exposição altamente didática com uma quantidade impressionante de informações sobre o legado cultural e científico do continente africano para o resto do mudo, atesta a qualidade da iniciativa.

Durante o tempo que trabalhei na exposição como professor, pude constatar a emoção das pessoas em descobrir conhecimentos que tinham sido omitidos, de poder entender melhor o que é o Brasil, que somo herdeiros de mais do que imaginamos e precisamos revisitar a história para poder melhor analisar o presente".
Wesley Pereira – Professor e Guia das Exposições

d)Apresentação do Livro Gula D'Africa - Em parceria com a Editora Senac, e com o apoio das diversas Embaixadas Africanas sediadas em Brasília foi re-lançado o livro Gula D'Africa, primeiro volume.

e)Realização do Circuito da Gastronomia África Brasil - Realizado em parceria com o SINDHOBAR, com a participação de 08 restaurantes da cidade – Carpe Dien, Acarajé da Rosa, Esquina Mineira, Lagash, Restaurante Oliver, Café Eldorado;

f)Oficinas

Musicalmente o Festival priorizou a Percussão,mostrando toda a riqueza de ritmos brasileiros
através das oficinas de Peu Meurrey de Salvador e Babilak Bah de Belo Horizonte.

Oficina de Percussão de Peu Meurrey – 30 alunos

Oficina de Percussão de Babilak Bah – 30 alunos

Oficina de Maquiagem

Oficina de Penteados

Oficina de Acessórios

PEU MEURRAY

Com a Oficina Pneumática Musical, dentro da programação do Cara e Cultura Negra, o músico
mostrou como aproveitar materiais recicláveis e pneus para construir instrumentos musicais, móveis para casa e falou sobre a musicalidade atual, novas timbragens, performances musicais, ecologia e a preservação do Meio Ambiente.

Como resultado final da oficina foi feita uma pequena apresentação dos participantes.

BABILAK BAH

A o f i c i n a “ E N X A D I GMA – O F I C I N A MULTIDISCIPLINAR DE ARTE” foi um dos pontos
altos na participação desse poeta e escritor paraibano no Cara e Cultura Negra 2008. O Foyer
da Sala Villa Lobos transformou-se em um grande espaço coletivo de experimentações sonoras
utilizando objetos variados, com ênfase sempre nas ferramentas “enxada”, sucatas, pequenos efeitos e o silêncio.

g) Palestras

a)A contribuição do Negro na Construção da Identidade Brasileira

b)Políticas Públicas – O sistema de Cotas, a Lei 10.639/2003

c)A Influencia Africana na Moda Brasileira – Ministrada pelo Professor Sergio Ferreira.

h) DESFILE DE MODAS

Realizado em parceria com a Faculdade de Modas AD1.

CABELOROSTOCORPOHOMEM MULHER INFANTIL ACESSÓRIOS ROUPA
ÉTICAESTÉTICAMEIO AMBIENTEIGUALDADE RAÇA BRASIL

Em busca das raízes culturais a Beleza ao alcance de Todos

Kanimando significa Deslumbrante!

Esta é a palavra que melhor define a criatividade do povo brasileiro, em toda a sua beleza e diversidade cultural, racial e social, que se traduz no seu falar, no seu comer, no seu vestir.

A 1ª SEMANA BRASILIENSE DE MODA E BELEZA DA RAÇA NEGRA foi uma rara oportunidade de conhecermos melhor essa brasilianidade de se vestir e se embelezar.
Durante uma semana Brasília sediou um encontro sobre a moda e a beleza da raça negra, sob a coordenação da Faculdade de Moda AD.
A diversidade de cores, texturas, as particularidades dessa etnia e dos vários grupos que ela representa foram apresentadas por empresas de moda, por artesãos, por professores e universitários, e acompanhada por curiosos e amantes da beleza singular brasileira.
Durante cinco dias o pôde-se participar de oficinas, assistir à apresentações, palestras que apresentaram ao público da capital as inúmeras alternativas nos processos de criação da moda afro brasileira; as linguagens diferenciadas, dos desenhos e dos corpos, melhor definidas como variações simbólicas na Terra do Sol e da explosão de cores.
As palestras, divididas em História da moda Africana, Moda Afro brasileira e estética negra, apresentaram a história da moda, desde o continente africano, seus grafismos e significados, suas estamparias, até os dias atuais, da produção da diáspora africana no mundo e em solo brasileiro e os últimos lançamentos da indústria da cosmética para essa etnia.
Uma verdadeira revolução de costumes e os longos caminhos para a auto valorização e auto aceitação da beleza da raça negra brasileira.

i) Mostra de Artes Plásticas – JOSAFÁ NEVES – SERNEGRO.

A exposição SERNEGRO, do artista plástico Josafá Neves, com curadoria de SERGIO
FERREIRA homenageou o mês da consciência negra. Momento de celebração afro-brasileira presente no IV Cara e Cultura Negra, Josafá permanece fiel aos valores culturais, estabelecidos com os substratos de africanidades aqui traduzidos em afrobrasileiros ou afro-decendentes, materializando um sentido de negritude intrinsecamente presente nas composições que juntas são um verdadeiro panorama metafórico do que é SERNEGRO.

J) Mostra Fotográfica Internacional Entre as principais atrações do Festival Cara e Cultura Negra deste ano a Mostra Internacional de Fotografia trouxe à Brasília 07 fotógrafos que apresentaram seus últimos trabalhos de resgate e reconhecimento das culturas africanas e afrobrasileiras.
A mostra “No Coração da África” foi realizada no mezanino da Sala Villa-Lobos. Contou com 6 fotógrafos com cobrem o dia a dia do continente africano e o resultado das andanças e dos olhares atentos em várias regiões, como Mali, Erithea, Etiópia, África do Sul, dentre inúmeras outras pôde ser conferido.
Museus na Suíça e em outros países. Tem inúmeros livros lançados.
site www.boazrottem.com

“BOAZ ROTTEM

'De terras muito distantes esses rostos e olhos que nos guardam são de homens e mulheres contemporâneas. Eles querem nos falar que ainda hoje, em pleno século XXI, ainda existem sociedades que nada sabem sobre a tal globalização'.
O fotógrafo BOAZ ROTTEM fez parte da galeria dos grandes fotógrafos da atualidade que se apresentaram na Mostra Internacional. O ensaio de Boaz foi realizado em povoados e grupos étnicos da Etiópia.

STEVE EVANS

Cada imagem “do Coração da África, Alma da África” é uma janela no coração e na alma da África, apresentando desde as fotografias dos fortes utilizados pelos escravos do oeste da África ao nascer majestoso do sol e os ocasos da África ao sul e ao centro.

VICENT DE GROOT


j) Apresentações Artísticas

O 4º CARA E CULTURA NEGRA contou com importantes artistas locais, nacionais e internacionais vindos de diversos pontos da África e suas diásporas.
Onze bandas nacionais representando os estados da BAHIA , Minas Gerais, Paraíba, São Paulo, e o Distrito Federal, e duas Bandas Internacionais, do Senegal e da República da Guiné.
Entre os destaques da programação musical nacional, estiveram presentes:

a) BALÉ FOLCLÓRICO DA BAHIA – BAHIA DE TODAS AS CORES
b) MAXIMO MANSUR (DF)
c) CESAR DE PAULA (DF)
d) SERGIO MAGALHÃES (DF)
e) ELLEN OLÉRIA (DF)
Grande em tudo. Assim é a cantora e compositora Ellen Oléria. Grande talento, grande voz, sorriso enorme.
“Ellen é vigorosa. Sua voz, estrela bailarina de várias escalas e matizes. Ellen já nasceu Rimbaud.
Nosso amado compositor Péricles Cavalcanti,desejava ser a Cássia Eller, eu desejo ser eu e sair de mim ao som da Ellen Oléria.
Ela é olé.
Ela é meteoro.
Ela é golfinho numa enseada grega voltando pra Angola...
Ela é a nova rainha africana do morro da música brasileira inventada por João Gilberto,
Caetano Veloso e Chico Science.
Evoé Ellen.
Saravá”.

Paulo Kauim

Apontada como um dos maiores expoentes do cenário musical brasiliense, com seus olhos arregalados e sorrisão aberto, Ellen Oléria esbanjou em voz e violão um swing impressionante, apresentando-se no palco 'Clementina de Jesus', no dia 7 de novembro.

Samba, samba funk, sambalanço e afoxés, muita música negra brasileira, aliados ao swing e ao carisma da cantora, contaminaram com a sua musicalidade e performance.
Não teve quem não se contagiou com a voz marcante que brincou com o ar, atravessou o invisível da Esplanada dos Ministérios e fez rachar qualquer tédio.

a) CONGO NYA (DF)

b) BABILAK BAH (MG)

O show Enxadário começou impressionando pela estética. Uma orquestra de enxadas invadiu o palco 'Clementina de Jesus' no dia 08 de novembro com o talento do paraibano Babilak Bah e, como se não bastasse,surpreendeu com uma intensa sonoridade fruto de uma rica pesquisa rítmica que agradou a todos os tipos de ouvidos.
Quem acompanhou a programação pôde conferir a influência dos emboladores de coco, dos repentistas nordestinos no trabalho do grupo.

a)PEU MEURRAY e OS PNEUMÁTICOS (BA)

A BAHIA FEZ-SE PRESENTE

Com tambores feitos com pneus de automóveis de passeio e caminhões, o músico misturou black music, samba e MPB, mostrando ao público novos ritmos e sonoridades. O resultado surpreendeu a todos que prestigiaram o evento no dia 8 de
novembro na Esplanada dos Ministérios.
b) MAMOUR BA (SENEGAL)
c) Fanta Konaté e Petit Mamady Keitá (REPUBLICA DA GUINÉ)
A cantora da República da Guiné Fanta Konatê e o percussionista Petit Mamady Keita trouxeram músicas tradicionais da etnia Malinkê (tronco lingüístico Mandinga), preservadas desde o séc. XIII – Império de Mali.
d) ATAQUE BELIZ (DF)
e) BETO BRITO (PARAÍBA)
f) NEGRA LI (SÃO PAULO)

Em suma, o CARA E CULTURA NEGRA 2008 apresentou os seguintes resultados :
Ofereceu, durante 15 dias, 2 oficinas de PERCUSSÃO com 18 horas|aula para 30 alunos cada, OFICINA DE PENTEADO com 50 horas|aula, Oficina de maquiagem com 16 horas|aula, 1 Oficina de Vestuário com 16 horas|aula e 1 Oficina de Acessórios, 20 horas|aula, PALESTRA a Influencia Africana na moda brasileira, 12 shows musicais, Exposição Internacional de Fotografia com a presença de 6 fotógrafos europeus, americanos e uma brasileira.

Lançamento de Livro, criação do CIRCUITO DE GASTRONOMIA . Aproximadamente 15 mil pessoas tiveram acesso de forma gratuita à cultura, 250 postos de emprego diretos, 1000 postos indiretos, quase 1 milhão de pessoas souberam, por meio da imprensa e dos materiais de divulgação, do evento. Cobertura em jornais de Brasília, Santa Catarina, Belo Horizonte, João Pessoa, São Paulo, Rio de Janeiro. A imagem de Brasília está veiculada nos principais sites do mundo por meio dos fotógrafos convidados.

Edição 2009

Em 2009 o Cara e Cultura Negra desenvolveu ações durante todo o ano.Iniciou em agosto com a exposição itinerante `Nos Caminhos de Zumbi’ e terminou
em dezembro com a exposição nas estações do Metro DF. Toda a programação teve acesso livre e o projeto atingiu as seguintes marcas:

Agosto a novembro

Exposição `Nos Caminhos de Zumbi’- Brasília e sete cidades satélites receberam a exposição como parte da programação anual do projeto Cara e Cultura Negra. A exposição que mostrou a história da África e toda a diversidade da cultura afro brasileira permaneceu por cerca de 10 dias em cada cidade. O festival contou com a parceria da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sindicato dos Professores do DF. Foram mais de 10 mil alunos beneficiados e aproximadamente 2 mil professores capacitados.

dia 04 de novembro

O teatro engajado do BANDO de TEATRO OLODUM abriu as apresentações artísticas do Festival Cara e Cultura Negra 2009, com o espetáculo Áfricas, que trouxe à cena o continente africano, com suas histórias,seu povo, mitos e religiosidade, suprindo a escassez de referencias africanas no imaginário infantil brasileiro . Quase 1500 pessoas entenderam a mensagem passada e saíram encantados.

De 05 a 20 de novembro

Exposição educacional

De 05 e 06 de novembro

FORUM NACIONAL de CULTURA NEGRA – CONEXÕES AFRICA-BRASIL

Durante 02 dias palestrantes vindos de várias partes do Brasil formaram mesas para debater: Ações Afirmativas, Saúde da população negra e Políticas Publicas para a população Negra.

Foi realizada a palestra História e cultura Afro Brasileira – Nei Lopes veio  especialmente para ministrar a palestra.

Os convidados para os debates: Nelson Maca,ativista do Blacktude, da Bahia; Lia Maria, Gog, Mãe Baiana de Oyá e o antropólogo Gabriel Alvarez.

Dia 20 de novembro
Praça Zumbi dos Palmares

Artistas que se apresentaram:

Pegada Black,

Luciana Oliveira,

Ellen Oléria e

Sandra de Sá.

em suma ::

O Cara e Cultura 2009 ofereceu 04 meses com a exposição itinerante, 8 cidades, 10 mil alunos visitaram a exposição por meio de visitas guiadas, realização do Fórum Conexões África Brasil com 01 palestra e três mesas redondas, 04 shows musicais, 1 peça teatral, 6 Exposições Fotográficas, 2 exposições de artes Gráficas,o Livro Gula D’África ganhou premio internacional, 15 dias exposição educacional no Teatro Nacional Claudio Santoro, 30 dias nas estações do METRÔ DF.

Edição 2007

Em sua terceira edição, o evento Cara e Cultura Negra 2007, realizado no período de 17 a 23 de dezembro atingiu um de seus principais objetivos ao realizar a mostra temática e apresentar ao público algumas das principais marcas culturais afrobrasileiras e toda a sua importância na construção da nação Brasil, bem como ter promovido um importante momento para reflexões acerca da realidade vivida por milhões de afro-descendentes, sobre políticas publicas de promoção e igualdade racial.

A apresentação dessas marcas identitárias deu-se através das seguintes ações:

a) Mostra Educacional Dividida em 16 ESPAÇOS - salas temáticas - com aproximadamente 140 painéis ilustrativos (100x200cm) que apresentaram desde a história do continente Africano, dos seus 53 países, até os dias atuais, passando pelos momentos mais importantes da nossa história, dos personagens que a construíram, até os dias atuais, pelas políticas públicas (Ver CD).

A Mostra Educacional desenvolveu os seguintes temas :

1) AFRICA VENTRE FÉRTIL DO MUNDO

A história do continente africano, sua cultura, sua musica e apresentação dos 54 países.

2) Povos africanos que formaram a cultura do Brasil

3) Contribuição da raça negra para a formação da nação Brasil.

4) Contribuição na Dança;

5) Contribuição nas Artes;

6 ) C o n t r i b u i ç ã o n a L í n g u a Portuguesa;

7) Contribuição na Moda;

8) Contribuição na Culinária;

9) Contribuição nos Esportes;

10) Contribuição para o conhecimento científico e tecnológico universal;

11) Negros de Expressão;

12) Religião;

13) Mercado de Trabalho;

14) Políticas Publicas;

15) Conhecimentos Gerais;

16) Mulheres Negras do Brasil;

b) Visitas Guiadas :: 4 visitas guiadas para grupos de escolares sob a coordenação do Conselho do Negro.

c) Lançamento do Livro Gula D'África – Em parceria com a Editora SENAC, e com o apoio das diversas Embaixadas Africanas sediadas em Brasília foi lançado o livro Gula D'África, primeiro volume.

d) Realização do I Circuito da Gastronomia África Brasil - ,realizado em parceria com o SINDHOBAR, com a participação de 08 restaurantes da cidade – Carpe Dien, Acarajé da Rosa, Esquina Mineira, Lagash, Restaurante Oliver, Café Eldorado;

e) Workshop :: Ministrado na escola Tribo das Artes

1) Percussão Corporal

Instituto Batucar

2) Dança Negra Contemporânea
professor Júlio César

3) Dança Contemporânea
Professor Carol Dornas

4) Percussão
professor Edinho Silva

5) Batik e Máscaras
professor Albano Dias

6) Samba no Pé e Samba de Gafieira
Professor Alex Gomes

7) Reiki Axé Professora Marisilda Brochado

8) Capoeira e Cantiga de Roda Professora Yara Cordeiro


9) Ragga Professor Wesley Messias

10) Dança Circular – Professor Isabel Zago

11) Maquiagem e Penteados
Ministrado pela Lord Perfumaria

Palestras ::

a) A contribuição do Negro na Construção da
Identidade Brasileira

b) Políticas Públicas – O sistema de Cotas, a Lei 10.639/2003

22 Apresentações Artísticas

O evento confirmou a força da produção artística local e trouxe ainda algumas atrações que estão despontando em outros estados e que já mostram a sua força.

Ao todo foram 08 bandas nacionais representando os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Bahia, Ceará e o Distrito Federal:

a) Hihúyaê – O Grito da Terra Escola Som de Tambores
b) Aquilombando (DF)
c) Atitude Feminina (DF)
d) Z'África Brasil (SP)
e) Congo Nya (DF)
f) Bongar (PE)
g) Makena (DF)
h) Veronica (DF)
i) Hadda e DJ A (DF)
j) NUC (MG)
k) Rapadura (df)
l) Costa a Costa (CE)
m) Indiana (DF)
n) Dança Negra Contemporânea
o) Professor Júlio César
p) Ellen Oléria (DF)
q) Ataque Beliz (DF)
r) Anastácias (RJ)
s) Babilak Bah (BH)
t) Escurinho (PB)
u) Nós Negras (DF)

Exposição de Fotografia de Silvana Leal em parceria com o projeto FOTOARTE;

Exposição de Fotografia “Mulheres Negras” de Shuman Shumaher


Artes Plásticas com as mostras de C A R Y B É , RONALDO FERREIRA, PROFESSOR SERGIO DE SOUZA em suma:

O Cara e Cultura ofereceu 10 oficinas c o m 69 hora/aula para 208 alunos , 2 palestras, 22
shows musicais, 3 Exposições Fotográficas, lançamento de Livro, criação do CIRCUITO DE GASTRONOMIA .

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